Eis uma prova da metamorfose em seres do showbizz. Pegamos de exemplo Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson, o eficiente e belo trio da saga Harry Potter (2001-2011):
De 2001 até 2011: veja um breve comparativo entre os atores:
Pelo Furious Fanboys, conferi um ótimo super-trailer da saga Harry Potter. Nos moldes daquele da trilogia O Senhor dos Anéis (veja aqui), a prévia de 5 minutos refresca a mente dos fãs com cenas breves dos capítulos anteriores – A Pedra Filosofal (2001), A Câmara Secreta (2002), O Prisioneiro de Azkaban (2004), O Cálice de Fogo (2005), A Ordem da Fênix (2007), O Enigma do Príncipe (2009), e Relíquias da Morte – Parte 1 (2010), além é claro, de trazer uma prévia de Relíquias da Morte: Parte 2, que chegará aos cines no próximo dia 15:
Há tempos não me encantava com um trailer de qualidade! Desta vez, encontrei no Youtube, a proposta do editor Joseph Brett: e se o clássico Curtindo A Vida Adoidado (Ferris Buller’s Day Off, 1986) – que completou 25 anos em junho – fosse dirigido por Sofia Coppola, ao invés de John Hughes? Captando o estilo da talentosa diretora, o trailer mash-up lembra o clima de filmes indie de extrema qualidade como As Virgens Suicidas (meu filme predileto dela) e Encontros e Desencontros (Oscar e Globo de Ouro de melhor roteiro original, 2003). Ao invés do ritmo incessante e contagiante do mestre Hughes, veríamos algo mais introspectivo (apesar da obra original ter muito disso também):
Abaixo, vocês conferem um curioso vídeo postado no canal Bematematica, no Youtube. Na ocasião, o professor Be traz a tona um assunto interessante aos cinéfilos. Afinal de contas, por que os filmes dublados não contém palavrões? Em pouco mais de 6 minutos, o editor do vídeo apresenta argumentos razoáveis. Veja:
Após fazer algumas leituras sobre a pólis Esparta(atual Grécia) e revendo o filme 300 (2006), percebi um erro (ou seria uma liberdade artística, já que é muito comum) acerca do filme de Zack Snyder, baseado em uma graphic novel de Frank Miller.. Em um trecho, os 300 espartanos, liderados pelo rei Leônidas (Gerald Butler) se encontram com alguns Periecos as vésperas da Batalhadas Termópilas (Guerras Médicas, 480 a.C). Vejam o encontro no clipe abaixo:
Segundo o texto Economia e Sociedade na Grécia Antiga, o historiador Moses Finley afirma que os Periecos (ou perioikoi) eram recrutados pelos espartanos quando surgia alguma guerra. Os Periecos eram descendentes dos antigos habitantes da península do Peloponeso, e que foram subjugados pelos invasores Dórios. Para que oagoge (educação espartana) funcionasse as mil maravilhas (traduzindo: os espartanos não tinham outra obrigação senão serem educados para a guerra), os Periecos, apesar de não serem escravos, tinham de fazer todas as outras tarefas da pólis (comércio, artesanato e afins – fato mostrado no diálogo). Os espartanos diziam serem descendentes desses povos invasores – daí o caráter militarista e marcial deles. Ou seja, é bem difícil levar em consideração o papo de os periecos mostrados no filme terem sido voluntários de “boa vontade” dos 300 espartanos.
Contudo, ainda que não fique claro no filme quem eram os acompanhantes de batalha dos espartanos, de fato, os líderes do Peloponeso receberam auxílio, além dos periecos (estrangeiros), ostebanos. Como forma de dar sentido aos escritos de Heródoto, os soldados de Tebas logo desertariam da batalha. Anos depois, os tebanos, aproveitando da fragilidade da pólis Esparta, logo após a Guerra do Peloponeso, subjugariam essa área da Grécia (só perderiam força com a invasão macedônica, em 338 a.C).
Foi em um dia 12 de junho de 1981 que chegou aos cinemas dos EUA um longa de aventura que viria a solidificar a carreira do diretor Steven Spielberg: Caçadores da Arca Perdida (Raiders of Lost Ark, 1981), primeiro capítulo das periperícias do charmoso e corajoso prof° Indiana Jones, imortalizado pela performance de Harrison Ford. Ao custo de 18 milhões de dolares, Caçadores faturou incríveis 209 milhões de dolares, além de ter abocanhado 4 estatuetas da Academia – uma delas, em especial pelos trabalhos de Bem Burtt e Richard L. Anderson pelos efeitos sonoros inovadores (fora o fato de ter sido indicado para outros 4 prêmios, incluindo melhor filme e melhor diretor). Separei um vídeo-tributo de qualidade para que os cinéfilos relembrem esse que é um dos grandes longas da década de 80:
Elenco completo e informações técnicas do filme, no IMDB.
"Eu já disse isso uma vez. Vou dizer novamente: A vida passa muito rápido; se você não parar e olhar ao redor, você pode perdê-la"
No próximo dia 11 de junho, o clássico de comédia-adolescente Curtindo A Vida Adoidado (Ferris Buller’s Day Off, 1986) completa 25 anos. Percebe-se que nesse meio tempo o tema não envelheceu (um jovem que finge estar doente aos pais só para aproveitar um “dia de folga” com a namorada e o melhor amigo), algo que credita o filme o título de um dos melhores no gênero, muito em razão do roteiro irônico, doce e franco do diretor-roteirista-supra-sumo das comédias adolescentes, John Hughes, além do muito inspirado Matthew Broderick, indicado ao Globo de Ouro de melhor ator na época (muitos dizem que Broderick se tornou o ator-de-um-só-papel). Separei duas cenas que gosto muito: